MELHORAR --------------------APERFEIÇOAR (1)
Dispomos de 3.000 títulos patrimoniais distribuídos entre Sócios Proprietários e Postulantes sendo 80 % do sexo masculino e 20% feminino ampliando-se o quadro social com a inclusão dos Dependentes familiares, com descendentes e ascendentes, o sexo feminino passa a ser maioria, pois enquanto os rapazes dependentes representam 11% do total do Quadro Social a moças atingem 54%. Acrescentando-se os Honorários, Vinculados, Aspirantes, Tripulantes, Diplomatas e os demais freqüentadores temporários admitidos pelo Clube resulta em cerca de 9.800 pessoas.
O ultimo levantamento realizado pelo Clube quanto às atividades preferidas dos candidatos a sócio consta de relatório de 2001 dos eméritos, Srs.Paulo Tupper, Carlos Cairo, Celso Soares Carneiro, Armando Fernandes de Carlo e Albérico Arruda.
No período 1995 a 2001 foram admitidos 964 sócios sendo suas preferências respectivamente: Vela 277, Pesca 102, Lanchas 197, Social 388 a media de renovação foi naquele período de 138 por ano.
Desde então, embora não tenhamos os dados precisos, a simples observação dos processos que tramitaram pela Comissão Mista indica que a tendência pela preferência social tem se mantido.
Estranha situação que devemos encarar com serenidade e muita seriedade, pois um Clube fundamentado nos esportes Vela e Pesca passou a atrair pessoas que embora declarem seu interesse Social nos procuram certamente atraídas pelo magnetismo da Vela e Pesca e pela proximidade de seus domicílios.
A CONCORRENCIA PELO TEMPO OCIOSO DOS ASSOCIADOS
O ICRJ como qualquer outro Clube situado nas grandes cidades vive atualmente em constante competição pelo tempo ocioso de seus associados, entretanto seus concorrentes nem sempre são outros clubes. Na prática, se tornaram concorrentes também das academias, centros de convivência e lazer dos condomínios, bares, restaurantes, cinemas, bingos, teatro, bibliotecas, escolas, centros de tratamento estético, local para eventos e convenções, parques, shopping centers e etc. que estão em seus arredores.
Dai a necessidade de releitura de nossa estratégia perante essa nova realidade. Uma vez que podemos suspeitar que regras e processos que se mantiveram inalterados após anos de utilização estejam mais destruindo do que criando valor.
Portanto a capacidade de conhecer nossas próprias potencialidades e de como desenvolvê-las de maneira consistente é decisiva para um posicionamento de continuado sucesso nesse cenário.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
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Olá Ibaté
ResponderExcluirGostei da idéia de repensar a estratégia e rever regras e processos. Minha sugestão é rever a regra eleitoral que, por incrivel que pareça, permite democraticamente, a criação de gestores totalitários. Quando exercido com prudência, bom senso e dentro do ideal democrático, como tem sido na maioria dos anos, o clube se fortalece e harmoniza, mas quando exercida com arrogância, prepotência e autoritarismo, gera dissidência e desagregação do quadro social, coisa altamente negativa para a nossa sociedade.
Não sei como resolver isso, mas você, com sua longa militância, certamente saberá o que fazer. O que não deve acontecer é o quadro social limitar-se a eleger conselheiros préviamente compromissados com a eleição de uma diretoria que,uma vez eleita, terá o direito estatutario de cassar os direitos politicos dos próprios conselheiros que a elegeram. O resultado é que os Conselheiros não controlam a diretoria por eles eleita, sendo, ao contrário, por ela controlados.
Como diria o Delfin: um típico caso onde o rabo balança o cachorro.
Faço votos que você consiga mudar esse cenário e fazer com que o nosso amado clube volte a ter dias felizes de outrora.
Abraços
Roberto Saboya